Casos Clínicos




 

   
 

JF Odonto - Clínica Geral, Adultos e Crianças
Leitura Para os Pais
  • Primeiros Dentes de Leite: Mitos e Verdades
  • Cárie Dentária na Primeira Infância
  • A Importância dos "Dentes de Leite"
  • Relação Dieta/Cárie Dentária
  • Odontologia Para Gestantes: Uma Realidade ao Alcance de Todos
  • Cárie Dentária: Constitui-se o Açúcar o Principal Vilão?

 

Primeiros Dentes de Leite: Mitos e Verdades

 

Um dos aspectos do desenvolvimento infantil que ocasiona algumas dúvidas, entre os pais, é o período no qual irrompem os primeiros dentes decíduos. Muitas incertezas acerca desse período de transição pelo qual a criança passa são comuns entre a grande maioria da população. Boa parte dos pais nos relatam que, no período próximo à erupção dentária, seus filhos apresentam alterações significativas no comportamento. Alterações essas, que variam desde uma leve inquietação à inapetência e estados febris. Diante desse fato, inúmeras são as receitas caseiras e, numerosas as simpatias, que visam tornar menos sintomático para a criança e mais reconfortante para os pais o processo fisiológico da erupção dentária.

A dentição decídua começa a desenvolver-se intra-uterinamente e, 6 meses após o nascimento, em média, inicia-se o processo de erupção (irrompimento) dos dentes decíduos, os chamados "dentes de leite". A partir dessa época, até, aproximadamente, 24-30 meses de idade, período no qual irrompem os últimos dentes decíduos, algumas alterações são observadas na criança tanto fisiológicas quanto comportamentais.

Inicialmente, as primeiras mudanças são sentidas pelos pais, sendo muito comum, no consultório, relatarem-nos alterações no comportamento do filho no tocante à perda de apetite, choro insistente, e, aparentemente sem motivo, maior irritabilidade, inquietação durante o dia, intensificação do hábito de chupar o dedo, aumento da salivação, dentre outros. De uma forma geral, a esses sinais e sintomas , soma-se uma maior preocupação dos pais quanto a saúde da criança, ocasionando maior desgaste psicológico, bem como tornam-se mais freqüentes as visitas ao pediatra.

Nessa fase, a criança procura levar à boca, praticamente, todos aqueles objetos com os quais ela tem contato. E, muitas vezes, essa ação faz com que objetos "sujos", ou, por assim dizer, contaminados, ou até mesmo as próprias mãos e dedos sejam introduzidos na cavidade oral de forma sistemática. Dessa maneira, cria-se um ambiente propício à entrada de microorganismos, os quais poderíamos chamar de "oportunistas", que poderão levar ao surgimento de infecções intestinais (diarréia) e febre, gerando um quadro clínico de maior gravidade.

Outro ponto importante a ser abordado, quando falamos sobre erupção dentária, refere-se aos produtos comerciais "milagrosos", especialmente àqueles indicados para serem passados ou friccionados por sobre a gengiva da criança, prometendo alívio imediato dos sintomas e que, por falta de orientação, ou por uma orientação incorreta, os pais são levados a adquiri-los. É preciso cautela quanto à utilização de tais medicamentos, sendo imprescindível que tanto o pediatra quanto o odontopediatra orientem corretamente os pais quanto aos perigos da auto-medicação, mesmo que esses produtos, aparentemente, mostrem-se "comercialmente" como "inofensivos" à saúde. Nesse aspecto, cabe a esses profissionais a prescrição, se necessária, de algum medicamento tópico, com o único intuito de minimizar a sintomatologia.

Portanto, é importante fornecer informações corretas aos pais quanto à adoção de um número maior de medidas de higiene, no que diz respeito àqueles brinquedos ou objetos que fazem parte da rotina da criança, bem como, conscientizá-los, e, principalmente, tranquilizá-los, pois as alterações observadas são comuns a este período, em particular, do crescimento e desenvolvimento infantis, já que a erupção dentária é um processo fisiológico normal, e que, terminado esse período, a criança tende a voltar à "normalidade".

 

 
Cárie Dentária na Primeira Infância
 

Atualmente, a cárie dentária continua sendo um grave problema de saúde pública, principalmente, em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, por ser a doença mais prevalente que afeta o ser humano, em especial, crianças na primeira infância ( 0 a 3 anos).

A cárie é conceituada como uma doença de caráter infecciosa, de etiologia multifatorial (fatores primários, secundários e gerais), sendo imprescindível a interação desses fatores para o surgimento da doença. De forma clara e suscinta, são esses os fatores:

  • Primários: microorganismos cariogênicos e dieta rica em carboidratos;
  • Secundários: higiene bucal deficiente e ausência de flúor no ambiente;
  • Gerais: fatores sócio-econômicos e culturais.

Reconhecendo o fato de que mesmo existindo tais fatores na cavidade bucal da criança, deve-se salientar a necessidade de uma interação em condições não satisfatórias, por um determinado período de tempo, para que a doença comece a desenvolver-se.

Ao se falar na doença cárie como transmissível, devemos observar que, em se tratando de crianças pequenas e recém-nascidas, essa transmissibilidade ocorre, de forma geral, da mãe para o filho e em menor escala, da babá para a criança, de forma direta através do contato físico (beijos, abraços, etc..) e de forma indireta, quando a mãe/babá leva a colher do bebê à boca - seja para provar o alimento (sabor, temperatura, etc..) seja para promover o resfriamento do mesmo através do sopro.

Conseqüentemente, deve-se promover mudanças comportamentais da mãe, visando modificações nos hábitos alimentares, principalmente, e de higiene bucal, como também da utilização do flúor.

Desta forma, procedimentos educativos e preventivos devem ser estendidos às gestantes, procurando orientá-las e informá-las acerca dos cuidados com a alimentação e higiene bucal, pois a gravidez é uma fase ideal para o estabelecimento de bons hábitos, devido ao fato de que a gestante mostra-se psicologicamente receptiva a adquirir novos conhecimentos e a mudar padrões que terão influências no desenvolvimento da saúde do seu bebê.

Portanto, algumas orientações às gestantes no que dizem respeito à sua própria saúde e a do seu bebê são importantes, tais como:

- reeducação alimentar;

- utilização racional e adequada do flúor;

- incentivo à amamentação;

- conscientização da importância da saúde bucal para a saúde geral;

- limpeza da boca e dos dentes do bebê.

Outro fator importante a ser destacado, é a necessidade de uma maior interação multiprofissional, viabilizando a participação do Odontopediatra nos exames pré-natais, visto que será esse profissional quem fornecerá os primeiros cuidados no tocante à saúde bucal da criança e quem a acompanhará no decorrer dos primeiros anos.

 

 
A Importância dos "Dentes de Leite"
 

Os dentes decíduos ou "dentes de leite" como são comumente chamados, são assim denominados em decorrência de sua coloração branco-leitosa. Um outro aspecto a ser observado corresponde à origem da palavra decíduo, que origina-se do latim deciduu e significa caduco, aquele que vai cair. Ou seja, os "dentes de leite" seriam dentes da primeira dentição, cuja principal responsabilidade seria "guardar" espaços para os dentes permanentes.

Todavia, apesar dos avanços observados no campo odontológico, no que se refere a materiais e técnicas restauradoras inovadoras, muitos pais não reconhecem a importância em se ter dentes decíduos para alcançar uma condição de saúde geral adequada e, principalmente, apresentar uma dentição permanente saudável.

Na realidade, o que se observa, de maneira geral, é que não existe, por parte da população, e grande parte dessa culpa cabe a nós profissionais, cirurgiões-dentistas, uma maior educação com a saúde bucal como parte integrante da saúde geral do indivíduo. Portanto, imagina-se que os "dente de leite" por serem temporários, isto é, irão "cair", dando lugar a dentes novos, bonitos e maiores, não necessitam de cuidados, sejam eles preventivos ou restauradores, e que os seus sucessores, no caso os dentes permanentes é deverão receber os cuidados necessários.

 

 
Relação Dieta / Cárie Dentária
 

Inúmeras observações, realizadas nas três últimas décadas, constataram a importância dos hábitos alimentares (dieta) na etiologia da cárie dentária. A dieta compreende tudo aquilo que é ingerido pelo indivíduo, independente do seu valor nutricional. Portanto, os fatores dietéticos exercem influência direta/local sobre os dentes.

Reportando-nos a milhares de anos, observamos que antes da "Era do Fogo", a prevalência da cárie dentária era baixa, em decorrência da existência de uma dieta rica em alimentos fibrosos e frutas, além do fato de que todo os alimentos eram ingeridos crus. Todavia, após a descoberta do fogo, e sua subseqüente utilização para o cozimento dos alimentos, constatou-se um aumento percentual na prevalência da cárie dentária, resultante das modificações ocorridas na dieta humana.

Desde então, houve um aumento crescente da prevalência, cujo principal fator foi as transformações sócio-econômicas e culturais ocorridas em todo o mundo. No Brasil, em especial, a indústria da cana de açúcar, ocasionou maior consumo de alimentos adocicados, os quais passaram ao alcance de toda a população, e não somente da corte e dos grandes proprietários de terras.

Segundo dados recentes, o consumo médio de açúcar estimado no Brasil é de 132 gramas pessoa/dia. É um consumo alto, visto que países como EUA e Portugal apresentam um consumo médio de 87 e 84 gramas pessoa/dia, respectivamente.

Na dieta familiar, o açúcar mais presente é a sacarose refinada, a qual é encontrada em produtos como balas, chocolates, refrigerantes, sucos industrializados, bolos, etc...

Um importante fator na prevenção da cárie dentária é a diminuição do consumo do açúcar. Portanto, o aconselhamento dietético, visando alterações nos hábitos alimentares, é de suma importância para o paciente na prevenção e tratamento da cárie dentária.

" nos procurarem aflitas, trazendo-nos seus filhos pequenos ao consultório e nos depararmos com um quadro de "cárie de mamadeira", que se caracteriza pela presença de vários elementos atingidos por cárie, tendo como fator etiológico principal, hábitos alimentares  e de higiene incorretos. Ou seja, pais que mesmo possuindo nível de instrução maior do que a grande maioria, apresenta nível de educação odontológico baixo.

Portanto, cabe a nós, profissionais de saúde, dentistas ou não, mudarmos esta mentalidade e, em especial, aos odontopediatras e pediatras, instalando nas crianças, bem como nos seus pais, atitudes positivas para que desenvolvam, e acima de tudo, estabeleçam hábitos corretos de higiene (escovação, uso do fio dental, flúor, etc...) e, principalmente, incurtir uma mentalidade preventiva, onde a saúde bucal seja vista como parte integrante da saúde geral e não como fator isolado.

 

 
Odontologia Para Gestantes: Uma Realidade ao Alcance de Todos
 

No decorrer das últimas duas décadas, a Odontologia sofreu inúmeras mudanças. A principal delas foi a adoção de uma filosofia preventiva, com o objetivo de se alcançar uma saúde bucal perfeita. O dentista redefiniu seus padrões de atendimento, preocupando-se, não mais, com o material a ser utilizado para restaurar um dente cariado, mas, sim, em como evitar o desenvolvimento da cárie dentária.

Nesse aspecto, a prevenção é o fundamento básico da odontologia moderna. A atuação do cirurgião-dentista passou a ser mais ampla e precoce. Com esse intuito, foram dados os primeiros passos em busca de um futuro cada vez mais saudável, buscando-se eliminar o estigma de que o Brasil é o país dos desdentados.

Por conseguinte, a odontologia, especificamente a odontopediatria, voltou suas atenções para a primeira infância ( 0 a 3 anos de idade), com fins a promoção de saúde. Aqueles pais que antes só procuravam o dentista quando o seu filho tivesse 4 ou 5 anos de idade, começaram a perceber que quanto mais cedo isto ocorresse, maiores as possibilidades de, no futuro, terem uma saúde bucal perfeita. Pacientes com idades entre 6 e 9 meses, tornaram-se rotineiros nos consultórios odontológicos.

Todavia, pairava no ar a seguinte questão: Por que não atuar de forma mais precoce ainda, envolvendo não apenas somente o bebê, mas a gestante? Buscava-se atingir o ideal! A prevenção começaria in utero, sendo a futura mamãe a peça fundamental de todo esse processo. Estabelecia-se a Odontologia Intra-Uterina ou Odontologia Para Gestantes.

Tornou-se cada vez mais comum o trabalho em conjunto de odontopediatras, obstetras, neonatologistas e pediatras, com o intuito de promover a saúde global do binômio mãe/filho.

É sabido que o desenvolvimento da cavidade oral da criança inicia-se intra-uterinamente, nas primeiras semanas após a concepção. Por esse motivo, a gestante deve ter uma dieta equilibrada (nessa período é comum as mamães terem os conhecidos “desejos”, ocasionando aumento exagerado do consumo de açúcar) e uma higiene oral adequada, além de uma perfeita saúde geral.

É fato rotineiro as gestantes nos procurarem dizendo que durante a gestação “seus dentes tornaram-se mais fracos e quebradiços” e “as gengivas começaram a sangrar de forma espontânea”. Devemos informá-las que, comumente, estes fatos são decorrentes de uma higiene bucal deficiente aliado à alimentação inadequada e que durante o período gestacional, a visita ao dentista não deve ser relegada a segundo plano. Em muitos casos, as gestantes deixam de ir ao consultório odontológico rotineiramente (em algumas regiões do Brasil, existe a cultura popular de que a gestante não pode “tratar dos dentes”, por ser perigoso - o que, de fato, não é verdade).

Muitas vezes, os famosos “desejos” levam a um maior consumo de carboidratos e açúcar (na forma de bolos, doces, biscoitos, balas, chocolates, etc), os quais por serem consumidos com freqüência, ocasionam a queda do pH bucal, dificultando a volta ao nível normal (processo de desmineralização e remineralização do esmalte dentário), contribuindo para a formação da placa bacteriana e ao mesmo tempo, propiciando o ambiente adequado para o desenvolvimento de bactérias cariogênicas e, conseqüentemente, novas lesões de cárie.

Portanto, é muito importante para a saúde de mãe/filho a adoção de uma dieta equilibrada, contendo todos os nutrientes (vitaminas, sais minerais, cálcio, proteínas, etc) que propiciem a formação e o correto desenvolvimento do bebê.

Outro aspecto a ser destacado para a obtenção de uma saúde bucal adequada diz respeito à higiene bucal. É de suma importância uma escovação correta, bem como a utilização do fio dental. As pastas de dentes (cremes dentais) presentes no mercado são de excelente qualidade e contém flúor em sua composição. Quanto à escova dentária, deve ter a cabeça pequena e as cerdas macias, permitindo a escovação de todos os dentes e, ao mesmo tempo, massageando a gengiva. É importante que o seu dentista a oriente quanto à técnica de escovação correta e uso do fio dental. Caso sejam observados áreas de sangramento quando da escovação, estes sinais podem ser indicativo de uma gengivite de grau leve, devendo a gestante procurar o dentista.

Com relação a realização ou não de tratamento durante a gravidez, é lícito afirmar que independente do mês, a gestante poderá receber tratamento odontológico durante qualquer período gestacional, muito embora o segundo e terceiro trimestres sejam os ideais devido à maior estabilidade. Claro que alguns cuidados devem ser observados. Por exemplo, sendo necessário o exame radiográfico, o mesmo deve ser realizado observando as normas de proteção (uso de avental de chumbo, protetor de tireóide, etc.), e que no primeiro trimestre da gravidez não é recomendável sua execução.

Portanto, faz-se necessário o atendimento multidisciplinar, com o cirurgião-dentista (odontopediatra ou não) atuando em conjunto com o obstetra, fornecendo informações à futura mamãe (orientações quanto à dieta, higiene bucal, uso racional do flúor, amamentação, importância dos dentes decíduos – dentes de leite, primeira visita do bebê ao dentista, etc), redefinindo os padrões de atendimento em um contato preventivo amplo, com vistas à promoção de saúde do binômio mãe/filho.

 

 
Cárie Dentária: Constitui-se o Açúcar o Principal Vilão?
 

Estudos realizados nos últimos anos confirmaram a estreita correlação entre os hábitos alimentares e o desenvolvimento de lesões de cárie, ou seja, a dieta é um dos fatores envolvidos na etiologia da cárie dentária. A dieta compreende tudo aquilo que é ingerido pelo indivíduo, independente do seu valor nutricional. Portanto, os fatores dietéticos exercem influência direta/local sobre os dentes.

Dessa forma, quando falamos em prevenção em Odontologia, não nos referimos apenas a uma escovação correta. A prevenção em saúde bucal compreende um conjunto de medidas (hábitos alimentares adequados, higiene bucal correta, uso racional de flúor/selantes, consultas periódicas ao dentista, etc) que, quando utilizadas corretamente, possibilitam a prevenção das doenças bucais. E, nesse aspecto, o odontopediatra desempenha importante papel, em virtude de atender crianças da mais tenra idade.

Sabe-se que os hábitos alimentares e de higiene bucal são estabelecidos na infância. Portanto, se a criança adquire hábitos alimentares e de higiene saudáveis desde cedo, maiores as possibilidades de, ao alcançar a vida adulta, gozar de uma saúde perfeita.

É da natureza humana utilizar os alimentos como meio de transmissão de afeto, de carinho. Quem de nós nunca presenteou um ente querido com uma caixa de doces/chocolates? E por que? Porque estamos habituados, culturalmente, a associarmos afetividade a alimentos adocicados. Da mesma forma que, ao adoecermos, a dieta a ser adotada consistirá, basicamente, de verduras, frutas e legumes, uma vez que estes alimentos, quando consumidos adequadamente, são referências para o bem-estar geral.

Os carboidratos são os componentes da dieta que mais contribuem para o risco de cárie. Segundo dados recentes, o consumo médio de açúcar estimado no Brasil é de 132 gramas pessoa/dia. Países como EUA e Portugal apresentam um consumo médio de 87 e 84 gramas pessoa/dia, respectivamente.

Na dieta familiar, o açúcar mais presente é a sacarose refinada, a qual é encontrada em produtos como balas, chocolates, refrigerantes, sucos industrializados, bolos, etc. Essa sacarose é introduzida precocemente na alimentação da criança, através da adição do açúcar ou mel à mamadeira (leite, sucos, mingaus, vitaminas, etc.). Este fato, aliado à má higiene bucal, poderá levar ao desenvolvimento de lesões de cárie.

Claro que não devemos crucificar o açúcar como o único causador da cárie dentária. É bom lembrar que, consumido corretamente e em quantidade adequada, constitui-se em uma fonte de energia para o organismo. Faz-se necessário, sim, utilizá-lo de forma racional.

Portanto, um importante fator na prevenção da cárie dentária é a diminuição do consumo do açúcar associado a hábitos de higiene saudáveis e a uma alimentação correta. Conseqüentemente, o aconselhamento dietético, visando alterações no padrão alimentar, constitui-se em fator fundamental na prevenção e tratamento da cárie dentária.